Atualmente, estamos cada vez mais cientes da nossa alimentação e dos tipos de produtos que usamos, e, gradualmente, começamos a prestar mais atenção nos rótulos e lista de ingredientes. E o que nós descobrimos nesse processo pode ser assustador. Nós podemos descobrir, por exemplo, uma substância que, em parte, seria responsável pelo Mal de Parkinson, Alzheimer e câncer no reto.

Aqui estão algumas dicas para você identificar esses ingredientes e comer exatamente o que você deseja comer.

1. O código dos aditivos

Os aditivos estão classificados na lista de ingredientes sob o código E, e dizem respeito à todas as substâncias não-naturais que encontramos nos produtos industrializados. No entanto, nem todas elas são industriais. O E330 é um conservante natural encontrado no suco do limão: o ácido cítrico. O melhor conservante que existe!

Além dele, podemos encontrar:

E100 a E180 : os colorantes

E200 a E290 : os conservantes

E300 a E322 : os antioxidantes (para evitar o envelhecimento do produto)

E400 à E495 : os emulsificantes, estabilizantes, espessantes, gelificantes (para dar textura)

E420, E421 et E950 a E967 : os edulcorantes (que dão o gosto doce, como o aspartame)

2. O E171, um escândalo no nível do amianto?

De todos esses aditivos, o que mais se deve evitar, assim como o aspartame, nitratos e sulfatos, é o E171. Ele está presente nos chicletes, nas pastas de dente, nas balas, nos M&M’s, e em pratos prontos, como raviolis, etc.

E171 são nanopartículas de dióxido de titânio, um produto químico com poder alvejante, que permite que a cor viva das balas apareça, por exemplo. Essas nanopartículas são menores do que nossos glóbulos vermelhos e se acumulam facilmente em nossos órgãos, especialmente em nosso cérebro. Elas podem causar doenças comuns, como o Mal de Parkinson, Alzheimer ou câncer no reto (colorretal). E ninguém fala sobre esse veneno!

O perigo está, sobretudo, no fato de que as crianças são as primeiras a comerem essas nanopartículas.

No Parlamente Europeu, defende-se a proibição dessa substância para evitar um escândalo na saúde tão grande quanto foi o do amianto. Mas nós podemos lutar contra os lobbies industriais que colocam esses produtos à venda? Devemos nos questionar.

3. O que diz a lei

Mas o que diz a lei sobre a lista de ingredientes?

Rótulos nos produtos são obrigatórios por questão de saúde. Informar o seu país de origem, datas de vencimento e fabricação, instruções de uso, quantidade líquida, lista de ingredientes, etc. A lista de ingrediente, lógico, não conta no caso de frutas, vegetais e laticínios frescos.

Se o local de origem do produto ou sua data de vencimento não estiverem indicados, é melhor não confiar.

4. A ordem dos ingredientes

Na lista, os ingredientes estão em ordem decrescente de acordo com sua quantidade. Por exemplo: no prato de lasanha do Carrefour mostrado neste artigo, nós primeiro notamos um número muito alto de ingredientes. Em geral, um produto com mais do que 5 ingredientes tem grandes chances de conter substâncias que devem ser evitadas. Além disso, nós percebemos que o molho da lasanha se constitui, em sua maior parte, de… água. E isso sem mencionar a presença de corantes de alimentos e leite. Nesse caso, vale mais a pena você preparar um molho caseiro.

Para os organismos geneticamente modificados (OGM), a embalagem precisa indicar se existe mais do que 0,9% dessas substâncias no produto final. Por isso a polêmica em certos rótulos que indicam produtos “orgânicos/ bio”, porém apenas uma parte dos ingredientes realmente vem de cultivo orgânico. Ainda há um longo caminho a ser percorrido antes dessas embalagens revelarem a verdade em sua totalidade.

Agora você já está informado do significado e dos riscos contidos na lista de ingredientes dos produtos. Então, não hesite e preste bastante atenção nessas informações.

Fonte: cuide-se.net
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