Médicos enfrentam casos de morte todos os dias. Eles sabem todos os sofrimentos que acompanham doenças incuráveis.

Segundo as estatísticas, após a ressuscitação cardiopulmonar, 92% dos pacientes morrem dentro de um mês. Os médicos são responsáveis por acompanhar todos os doentes e auxiliar seus familiares, que têm grande esperança na recuperação. Mas dependendo do caso, o próprio paciente apenas passa por sofrimento adicional.

Dr. Ken Murray acredita que as tentativas de prolongamento de vida são fúteis. Ele contou uma história sobre um cirurgião ortopédico que sofreu câncer com pancreático.

Sabendo que, na maioria dos casos, o tratamento só prolonga a agonia, o ortopedista recusou a assistência médica. Ele passou resto de sua vida em casa com sua família, em vez de ficar dentro de um quarto de hospital aguardando a morte.

Muitos médicos assinam um documento alegando que não querem ser ressuscitados, mas outros preferem fazer uma tatuagem dizendo: “Não ressuscitar”.

Fonte: jornalciencia
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